Popularmente conhecida como ‘falta de sangue’ ou também chamada de oligocitemia, a anemia acomete cerca de 30% da população mundial, especialmente crianças abaixo de dois anos e mulheres de diferentes faixas etárias. Porém, também pode ocorrer em homens e idosos, segundo informação da OMS (Organização Mundial de Saúde). Estima-se que entre 27% e 50% das pessoas sejam afetadas pela anemia ferropriva (deficiência de ferro), principalmente em países com menores rendas e desenvolvimento, devido aos hábitos alimentares ruins e altas taxas de desnutrição. No Brasil, os dados variam de acordo com o estudo e o grupo populacional analisado. Mas, de modo geral, estima-se que entre 40% e 50% das crianças tenham essa enfermidade.

O que é anemia?
O termo anemia é aplicado, ao mesmo tempo, a uma síndrome clínica e a um quadro laboratorial caracterizado pela diminuição da taxa de hemoglobina e, como consequência, a diminuição do número de glóbulos vermelhos – também chamados de hemácias ou eritrócitos – no sangue. A razão de ser considerada uma síndrome é porque a anemia pode decorrer de múltiplas causas. A OMS considera anemia quando a taxa de hemoglobina for:
– Menor do que 13g/dl em homens adultos.
– Menor do que 12g/dl em mulheres adultas.
– Menor do que 11g/dl em gestantes e crianças entre seis meses e seis anos.
O que anemia causa no corpo?
Os sintomas da anemia às vezes podem ser confundidos com outras doenças. Os principais são: cansaço generalizado, falta de apetite, palidez de pele e mucosas (parte interna dos olhos e gengivas), tontura, falta de ar, coração acelerado, dor de cabeça, mãos e pés frios, dor no peito, irritabilidade e desejo de comer coisas estranhas, como terra, tijolo ou gelo. É importante sempre estar atento aos sinais do seu corpo, realizar exames de sangue de rotina e ir ao médico com frequência para avaliar suas taxas de hemoglobina.
Como saber se uma pessoa está com anemia?
O diagnóstico é baseado no exame clínico (avaliação dos sintomas pelo médico) e laboratorial (hemograma). O hemograma é o exame mais feito na prática clínica. A partir da baixa da hemoglobina e das alterações nos índices hematimétricos é possível determinar qual é o tipo de anemia.
O que podemos fazer para evitar a anemia?
A anemia pela deficiência de nutrientes pode ser prevenida da seguinte forma: Uma alimentação balanceada – rica em ferro, ácido fólico, vitaminas B12 e C – é essencial para manter o bom funcionamento do corpo e, principalmente, garantir a produção da hemoglobina.
Quais são as causas da anemia?
Quando são usados os critérios etiopatogênicos, as anemias podem ser classificadas em três grupos, de acordo com suas causas:
1 – Anemias por produção deficiente de eritrócitos/hemácias: Aqui a anemia acontece por falta de algum elemento importante para a formação da hemoglobina, como o ferro, ácido fólico e vitamina B12. Este grupo inclui as anemias carenciais: Anemia por deficiência de ferro, deficiência de vitamina B12 e/ou ácido fólico. As anemias carenciais atingem um maior número de indivíduos.
2 – Anemias por excesso de destruição de eritrócitos: Alguma situação no corpo que aumenta a destruição das hemácias depois de produzidas.
3 – Anemias por perda de sangue: Este grupo inclui as anemias por perda de grandes volumes de sangue – anemia hemorrágica aguda – e as anemias que perdem pouco sangue – anemias hemorrágicas crônicas.
Também é muito utilizado o critério cinético das anemias como uma forma de classificação, pois fornece a base fisiopatogênica para explicar os tipos diferentes. Este critério depende dos valores dos índices hematimétricos: VCM (Volume corpuscular médio), HCM (hemoglobina corpuscular média). Esta classificação divide da seguinte forma: anemias microcíticas, normocíticas e macrocíticas; anemias hipocromia, normocromia e hipercromia.
Existem também as anemias por predisposição genética. São principalmente as hemoglobinopatias, como anemia falciforme (que compreende um grupo de doenças caracterizadas pela herança da hemoglobina S em homozigose); talassemias (anemia do mediterrâneo – grupo heterogêneo de doenças genéticas causadas pela redução da síntese de globinas); e as anemias hemolíticas, decorrentes das hemoglobinas instáveis. Em muitos casos, as mutações são determinadas por distribuições étnicas e geográficas.
Anemia por deficiência de vitamina B12:
Na anemia por deficiência de vitamina B12, ocorre baixa contagem de hemácias devido a pouca quantidade dessa vitamina no organismo. Anemias causadas por deficiência de vitamina B12 ou de ácido fólico, no geral, são chamadas de anemias megaloblásticas. Já a deficiência de vitamina B12 causada por falha de nosso organismo em obtê-la é chamada de anemia perniciosa.
Anemia aplástica:
Esta é uma anemia rara, com risco de morte, que ocorre quando a medula óssea é destruída por diversos mecanismos e não consegue produzir a quantidade suficiente de glóbulos vermelhos e das demais células sanguíneas fundamentais para o nosso organismo, como os glóbulos brancos e as plaquetas.
Nessa doença, a medula óssea normal acaba sendo substituída por gordura, que não produz as células adequadamente. Na maior parte dos pacientes, é causada por um mecanismo autoimune, que pode ser disparado por infecções, outras doenças autoimunes e exposição a produtos químicos tóxicos. A doença pode se manifestar de diferentes formas e intensidades.
Anemia causada por outras doenças:
Algumas doenças podem afetar a capacidade do corpo de fazer glóbulos vermelhos. Por exemplo, alguns pacientes com doença renal desenvolvem anemia por falta da eritropoietina, não conseguindo sinalizar a medula óssea que ela deveria fazer novos ou mais glóbulos vermelhos.
A quimioterapia utilizada para tratar vários tipos de câncer também prejudica a capacidade de o corpo de fazer novos glóbulos vermelhos, podendo causar a anemia.
Anemia: Quais as formas de tratamento?
A primeira atitude deve ser procurar um médico para examinar e indicar a melhor forma de tratamento para cada pessoa, em cada caso. Quando a anemia é causada por carência de nutrientes, eles são repostos por meio de suplementos e correção da dieta. Doenças que provocam perda de sangue terão tratamento específico, bem como as que afetam diretamente a produção de glóbulos vermelhos. Condições autoimunes demandam uso de imunossupressores, mulheres com fluxo menstrual intenso podem ser orientadas a adotar métodos contraceptivos e portadores de anemias hereditárias devem ser acompanhados para eventuais reposições de sangue e suplementação.
Para curar a anemia é preciso saber qual a causa dela. As anemias provocadas por desajustes na alimentação são tratáveis com suplementação (via oral ou injetável), que sempre deve ser recomendada por um especialista. Em paralelo, a pessoa será orientada a acertar sua dieta.
Já outras situações envolvem tratamentos mais delicados: na anemia aplástica, por exemplo, pode ser preciso fazer um transplante de medula óssea. Na anemia falciforme, a terapia básica se inicia nos primeiros anos de vida com o intuito de prevenir complicações e infecções. São aplicadas vacinas, transfusões de sangue e medicação específica quando necessária.
Qual é o melhor suplemento para anemia?
A Recover Farma possui suplementos que podem ser benéficos em alguns casos de anemia, dependendo da avaliação médica individual, como: Vitamina B12, Ácido Fólico (Vitamina B9), Ferro e Vitamina C. Mas, vale ressaltar: é imprescindível consultar um médico antes de consumir esses produtos.

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Olá, Antônio! Como vai?
Recomendamos que procure um médico o quanto antes, para que possa avaliar o seu caso e prescrever o tratamento adequado.
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Olá sou morcos jogo futibol, de ums 2 meses atras cinto minhas perna fraca não jogo como antes, não consigo nem correr 15 minutos todo. Um amigo falou que poderia ser anemia..
Olá, Marcos Antônio! Como vai?
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